
Fundeei o meu paladar
No gosto quente dos teus lábios
E brinquei com as especiarias
Doces...
Que aquinhoaste nos caminhos campestres
Em sorrisos longos de odores MAR.
Apenas o livro amigo
Me afastou o olhar do arco-íris
Cor de pensamentos
Simetrias corporais...
E umas gotas de chuva cristal
Refrescaram as faces do auge almejo!
11 comentários:
Só mesmo a beleza de um arco iris para fazer distrair de tanta beleza que leva o descritivo do teu poema
Bj
Um belo poema.
Um abraço
Belo escrito. TEM A SUAVIDADE DA EMOÇÃO.
... lembrei-me de passar os olhos pelos novelos soltos... antes de chegar aqui
e tive a grata surpresa de aprender porque "escrevo" tantas vezes ...(reticências)
... "para deixar as palavras respirar"... até se transmutarem... em afectos!
"simetrias corporais".... num explosivo "replicar" de aromas de Mar
e docemente um saboreio um terno tocar...
... condensam-se as gotas da chuva e é no céu azul a brincar por entre as nuvens que os nossos olhares se espantam ante uma outra maravilha... o Arco-Iris
brilhante de cores a saltitar, alegres, e aromas e o som provocante do Mar!
adorei a tua simetria de cores e corpos.
beijo.
Belo Arco Iris...belo poema...Espectacular....
Abraço
MULTIOLHARES
Se a beleza das tuas palavras emoldura o teu pensamento...fico muito grato...
Beijinho
JPD
Os poemas ainda nascem...por vezes com frio...outras tantas apenas com chuva, mas sempre razão de "nascerem".
Um abraço amigo!
MARLUCE
...que bom!
Um abraço!
MEU SOM
Na mensagem...que passas em forma gentil de comentário, aprendo que os sóis...de cada vida, são respiração obrigatória, em mares de pensamentos.
Um beijinho!
HANUKKÁ
Conheço a ditação. E também a "declamo"...
Obrigado.
CHANA
Bela surpresa...amigo!
Um forte abraço!
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