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domingo, março 03, 2013

JANELA SEM RUMO



JANELA SEM RUMO 


hoje o reflexo dos teus olhos
é um simples jardim 
a preto e branco
como os vazios do gelo
na neve solta
apenas fronteira do tempo
olhar de janela vedada
sem rumo

in MOMENTOS - José Luís Outono - 2013 ( a publicar )




13 comentários:

Lídia Borges disse...


Versos alados, voando sobre a paisagem fria da alma.


Um beijo

Luis Miguel Inês disse...

Excelentes fotografias esperaremos a publicação que com certeza vai ser um sucesso.Abraço amigo.

© Piedade Araújo Sol disse...

poema excelente a acompanhar duas belíssimas imagens.

beijo

:)

rosa-branca disse...

Hoje?...Andamos todos sem rumo...poema maravilhoso e lindas fotos que também adorei. Beijos com carinho

Nilson Barcelli disse...

Belíssima poesia.
Gostei muito, como sempre.
Um abraço, caro amigo.

Ailime disse...

Olá Grande Poeta, magnífico poema! Que esta janela volte de novo a ter cor e a abrir-se para o mundo. Um beijinho. Ailime (tenho-me esquecido de referenciar as suas fotos que são grandiosas:))!

OUTONO disse...

LÍDIA BORGES

...beijo grato pela presença, sempre estimulante!

OUTONO disse...

LUÍS MIGUEL INÊS

Oxalá amigo....

Abraço grato!

OUTONO disse...

PIEDADE ARAÚJO SOL


...beijo grato, pelo apoio seguro na continuidade!

OUTONO disse...

ROSA BRANCA

...observação pertinente.

Abraço muito grato!

OUTONO disse...

NILSON BARCELLI


...como sempre, a tua presença é um incentivo importante ( MUITO).

Abraço caro amigo

OUTONO disse...

AILIME

Grato amiga, pela presença, que engloba o olhar total dos meus trabalhos.

Beijo

Canto da Boca disse...

(Talvez mais triste que uma janela fechada, impedindo a amplidão da vida, do contemplar, seja um amor eclipsado, esquecido em algum canto do olhar...)