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sábado, abril 26, 2008

A aldeia

Ensaio a grafite do casario de uma aldeia portuguesa
Autoria - Outono - 1978


Encostado à fonte centenária de água fria com saúde brilhante, depois de salpicar o rosto acariciado pelo sol, escrevo a memória do dia:

***
Na aldeia da minha árvore,
encontro a calma da luz necessidade...
para ouvir o silêncio suspenso...
do meu respirar faminto de luz!

in - "Poemas" (OUTONO) 1999


23 comentários:

pin gente disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
pin gente disse...

refrescado o rosto, os verbos brotam
finda o dia resta, a sua história
escrita em silêncio na memória
com a luz que os olhos acalmam


abraço

Aran disse...

:)
respirar faminto de luz... gostei!!!
às vezes tb me sinto assim...

Jinhos

OUTONO disse...

Olá Pin gente

Refrescado o rosto...nem imaginas a "engenharia" informática para reaver o Blog...que desapareceu, e o trabalho susequente de o re-arranjar. Coisas da Google...nem te conto.
Mas não desisto. E muito menos perante amigos, por quem tenho um máximo de respeito.

Um beijinho ...e obrigado!

OUTONO disse...

Olá Lady Aran

É o que resta do pouco descanso da nossa vida de trabalho. Meditar.

Um beijo.

Som do Silêncio disse...

Olá Outono!

O que escreves é de facto delicioso...
*** Na aldeia da minha árvore,encontro a calma da luz necessidade...para ouvir o silêncio suspenso...do meu respirar faminto de luz!"
Tantas são as vezes que precisamos de um lugar assim, não é?

Adorei!

Beijo terno

OUTONO disse...

Nem mais...
Conjugar som e silêncio, para meditar.
Se o tempo e o espaço, forem de feição...é o auge!

Neste caso foi...e continuará a ser, porque é a aldeia da minha árvore!

Beijinho em silêncio.

NAELA disse...

Um silêncio doce de ouvir...Lindo que convida a momentos intensos!
Beijo cheio de luz

SAM disse...

Doce Outono,

Lindo seu desenho...Seu pensamento é de quem sabe buscar a luz que precisa... Que a árvore que te abriga seja frescor, paz, proteção, força e harmonia.

Beijo

OUTONO disse...

Olá Naela!

São estes momentos, como as tuas doces palavras:

"Um silêncio doce de ouvir...Lindo que convida a momentos intensos!"

Que ainda me agarram a este Portugal...bonito

Um beijo calmo!

OUTONO disse...

Olá Sam !

Espero continuar a ser merecedor dos seus afectos críticos.

Um obrigado sincero pelo comentário.

Um beijo deste lugar, na frescura da minha árvore....

Maria P. disse...

Gostei muito deste espaço terei de encontrar um pretexto (clássico, ou não) para voltar...

Um abraço*

Perla disse...

A calma da luz...
Esta é tão necessária como a água dessa fonte!

Bjs

Slim disse...

A pretexto de... comentar, vou comentar o desenho... gostei do casario da aldeia. Gosto do silêncio das aldeias... do Alentejo!

Marta Ribeiro disse...

já nem existem aldeias com gente..vai tudo para as cidades

OUTONO disse...

Olá Maria

Volta quando quiseres...a porta está sempre aberta...mesmo não tendo uma janela norte de sonho...

O meu pretexto...é partilhar, estás à vontade.

Beijinho

OUTONO disse...

Olá Perla.

Ouço sempre o burbulhar da água que brota daquela fonte...

É magia emocional. E consigo mesmo, `à distância, sentar-me junto dela, e ver o casario...basta fechar os olhos!

Beijo.

OUTONO disse...

Cara Slim

"A pretexto de... comentar, vou comentar o desenho... gostei do casario da aldeia. Gosto do silêncio das aldeias... do Alentejo!"

Eu também adoro o Alentejo. Passo por lá uns dias maravilhosos...dou uma dica...Costa Vicentina.

Beijo.

OUTONO disse...

Querida Marta.

"já nem existem aldeias com gente..vai tudo para as cidades"

Apetece-me parafrasear um velho político:

- Olhe que não, olhe que não!

Beijinho!

Clara disse...

És tu o autor do ensaio a grafite?! Devias colocar mais trabalhos realizados por ti! Gostei muito.


Beijinhos.

OUTONO disse...

Clara.

Sim sou o autor...mas perdoa-me...trata-se de um ensaio, e como pintor...sou apenas um curioso na matéria. No entanto, obrigado pelo comentário. Nem imaginas como fico bem...com as tuas palavras.

Tentarei.

Um beijinho

OUTONO disse...

DESCULPA PERLA

Só agora numa leitura mais atenta, verifiquei o erro "burbulhar".

É lógico, que queria escrever "borbulhar", ou "barulhar", para ser mais poético.

Mil perdões pelo erro involuntário...e não deve ser o único. Pressas!!!!

mariam disse...

Oh! OUTONO, gostei tanto desta aldeia, as palavras...e o desenho está fantástico!
durante as férias-grandes também pensei na minha aldeia...um desses dias também publico um singelo poema sobre a ela... a fantasma! (fui pequenita para Castelo Branco, mas nasci numa aldeia, das mais afastadas da sede de Distrito!)

um sorriso :)
mariam