My music...

https://youtu.be/IhAFEo8DO2o

quinta-feira, abril 18, 2013

...UMA PAUSA





...uma pausa 




Manhãs livros
E poemas sede
Sem diálogo...

in MOMENTOS - José Luís Outono - 2013


quinta-feira, abril 11, 2013

POEMA NU




POEMA NU


quis escrever um poema enlace
sintoma…

 ensaiei apenas um parágrafo
nu…

sorriste na escassez da minha criação
turva…

desafiaste viver campos da tua urbe 
só…

em trejeitos esquinados de vazio
talvez…

actos ditos e possessivos livres que
agrilhoam…

passados, que são apenas erros
passados…

e o canto da dúvida sem índice
assiste…

na sequela inventada do teu domínio
seco…





in MOMENTOS - José Luís Outono - 2013 ( a publicar ) 

sexta-feira, abril 05, 2013

sexta-feira, março 29, 2013

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA ( P.& B.)



Sintam-se convidados...de 01 a 24 de Abril / 2013



Nota: Em MAIO/ 2013...esta exposição seguirá para VOUZELA...

sexta-feira, março 15, 2013

NAS ARCADAS ... DO AMANHÃ ...



NAS ARCADAS...DO AMANHÃ...



Pergunto-me...quando?
Pergunto-te...quando ?

E a pergunta ...não tem verbo
Porque a sílaba...silencia a palavra.

Pergunto-te ...porquê ?
Pergunto-me ...porquê ?

E a pergunta...questiona-se
E a questão arrasta-se...

Pergunto-me...será ?
Pergunto-te ... será ?

Hoje ... talvez
Amanhã...receia-se...

Pergunto ... no tempo que passa
Se ainda há tempo para perguntar ?

Ouço apenas gramáticas de adjectivos e reticências...

in MOMENTOS - José Luís Outono - 2010



domingo, março 03, 2013

JANELA SEM RUMO



JANELA SEM RUMO 


hoje o reflexo dos teus olhos
é um simples jardim 
a preto e branco
como os vazios do gelo
na neve solta
apenas fronteira do tempo
olhar de janela vedada
sem rumo

in MOMENTOS - José Luís Outono - 2013 ( a publicar )




domingo, fevereiro 24, 2013

HÁ PALAVRAS ESQUECIDAS




HÁ PALAVRAS ESQUECIDAS  ( a publicar )

há palavras que são portas fechadas
em parágrafos amorfos de senso
clausuras de leituras sem amor
simples passeios do verbo escrever

há palavras esquecidas sem liberdades
manhãs de nevoeiros perpetuados
rostos cavados pelos veredictos alheios
sermões policromáticos e exibicionistas

enredos de povos democráticos
vigilantes do que apenas deixam olhar
gritos e canções que se perdem na luta

há palavras que têm de sair do código
destronar caminhos de luxo arrogantes
desmontar de vez o circo do poder apócrifo

in MOMENTOS - José Luís Outono - 2012  ( a publicar )

quinta-feira, fevereiro 14, 2013

OS TEUS OLHOS




OS TEUS OLHOS


Perguntei a cor dos teus olhos
Murmuraste em sorriso mar:
- “Mergulha neles… seca-me as lágrimas
Nunca o amor…
Quando saíres e poetares a saudade

Rasgarás o silêncio do meu olhar!”

in MAR DE SENTIDOS - José Luís OUTONO - 2012 - Ed. Vieira da Silva





domingo, fevereiro 03, 2013

CANSAÇOS DESEJADOS


CANSAÇOS DESEJADOS 


nos teus olhos
ousaste ancorar os meus horizontes
acariciaste o teu interior no meu...
disseste-me afluentes de ti
e murmurei um mar chão
de cansaços desejados...
entre o som de um respirar fundo
gostei de ouvir dizer...
- deixa correr as vontades...sempre


in MOMENTOS - José Luís Outono - 2013 ( a publicar)



sábado, janeiro 19, 2013

LIVRE




LIVRE 

nas calçadas nuas de olhares descobridores
há saudações eternas de paredes amenas
laivos de velas persistentes e silenciosas
onde navegam gentes do meu povoado

nos ventos ora soltos ora ousados d'amor
vejo as palavras febris abrigarem-se livres
sinto leituras de cafeínas creme carentes
enquanto acaricio o verso de mais um diário

esboço o contraste de cabelos vontades subtis
aqui mais um pouco de cinzentos contorno
ali o aclarar de um mar a que chamo longe

no conflito de sorrisos dúvida e calmos
mais um passo no alto do caminho fuga
e respiro o som interior da mudez apelo

in MOMENTOS - José Luís Outono - 2013 ( a publicar)