POR VEZES,
HÁ UMA NECESSIDADE
DE ESCREVER...
José Luís Outono
(ao abrigo dos direitos de autor - S.P.A. 106402)
sábado, dezembro 08, 2012
segunda-feira, novembro 05, 2012
APRESENTAÇÃO PÚBLICA DA OBRA POÉTICA - "RIO DE DOZE ÁGUAS"
Permitam-me dar a conhecer o meu último projecto em co-autoria.
APRESENTAÇÃO PÚBLICA DA OBRA POÉTICA E FOTOGRÁFICA
"RIO DE DOZE ÁGUAS", no dia 24 de Outubro de 2012 ,
no
Com os poetas:
António Gil
Carlos Campos
Cláudio Cordeiro
Francisco Valverde Arsénio
Joaquim Monteiro
João Morgado
José Gabriel Duarte
José Luís Outono
José Maria Almeida
Lília Tavares
Maria João Saraiva
Paulo Eduardo Campos
Com fotografias de:
Afonso de Mello e Costa, Alexandra Wolfs, José Alpedrinha, Helena Maria de Oliveira, Paulo Eduardo Campos (capa), José Luís Outono (contracapa), Rita Pais, Pedro Galhano, mariam, António Tavares, Inês Saraiva e Ricardo Pereira.
O PREFÁCIO DO POETA JOAQUIM PESSOA, FOI ( É ) UMA "NAVEGAÇÃO SEGURA"
DOZE ESTILOS DE ESCRITA, DOZE AMIGOS, NOVENTA E SEIS POEMAS,
DOS QUAIS, DOZE SÃO FOTOPOEMAS
Dois amigos, dois co-autores e responsáveis do impulso e concretização deste sonho:
Lília Tavares e Carlos Campos, adms. da Pág.
"Quem Lê Sophia de Mello Breyner Andressen"
"Quem Lê Sophia de Mello Breyner Andressen"
A leitura de um dos oito poemas da minha participação
...
Escrevo-te nos jardins secos de amor efémero
Escrevo-te nos jardins secos de amor efémero
Leio os livros impossíveis do teu ignorar
E ouço apenas os uivos invisíveis do partir.
...
...
(excerto)
"A FESTA FOI BONITA...PÁ"... como entoaria feliz, Chico Buarque.
Fica a memória.
Um abraço.
Fotos gentilmente cedidas por Soledade Centeno, António Tavares e mariam.
sexta-feira, setembro 28, 2012
SABORES DO TEU CORPO
SABORES DO TEU CORPO
ouvi os sabores do teu corpo tímido
nos prazeres explícitos das leituras carentes
dias sem marcas fugidios e provocadores
latitudes proibidas em correrias apelo
meu amor de todas as luas fiéis visíveis
perfuma-me os desejos outonais...todos
desce de cena e zanga-te na minha pele
em trilhos seda ocultos e privados
por favor amedronta os medos fáceis
olha os tempos d'ontem não fluentes hoje
e deixa os teus poros escreverem calor
neste conforto de ditar-te doces hiatos
as sílabas agridem a intempérie cativa do sonho
e desaguam em momentos suspensos...
in MOMENTOS - José Luís Outono - 2012 ( a publicar)
segunda-feira, setembro 10, 2012
QUASE OUTONO
Quando não sei...sei, que por enquanto é “quase Outono”...
...é no cair da noite
que o meu dia nasce
nos sóis da lua oculta
nas etéreas maresias
dos meus olhares...
...é no cair da noite
que o meu corpo declama o teu
na fome da tua sede
nos sentidos cegos
às vezes...
...é no cair da noite
que me encontro sereno
na justeza do apelo vontade
fluente nos sonhos
que me agitas...
Caio...neste perfil de ânsia...sufoco-me nas notícias austeras...grito-me impaciente e, espero-te apenas. Quando não sei...sei, que por enquanto é “quase Outono”.
in MOMENTOS - José Luís Outono - 2012 ( a publicar )
José Luís Outono
quarta-feira, agosto 15, 2012
SILÊNCIOS
Porque perguntas pelo amor, se o sentes...quando te navego?
Porque ficas em silêncio, se o grito é o eco da alma interior?
Porque lutas contra espelhos declamadores de realidade, se o amor é gémeo de desejos?
Porque apagas as palavras, que escreves nos odores do nosso jardim, se as flores já são adultas e, o sol antecipou o nosso dia?
Não sei...se calhar nem tu sabes...nem o vento do nosso passar...
in MOMENTOS - José Luís Outono - 2012 ( a publicar)
quinta-feira, agosto 02, 2012
quarta-feira, julho 18, 2012
CAMINHOS VEDADOS
CAMINHOS VEDADOS
Repouso nesse encontro da tua inóspita fantasia
Vejo apenas sinais proibidos de caminhos vedados
Uma navegação intensa que recusa o desencalhe
Forças ditas cansaço meros ruídos agridoces.
Debruço-me no olhar exausto do sol imaginário
Nem os sons marcantes das tuas vestes pressinto
E os diálogos são fissuras e mares inglórios
Vulcões ditadores de estados incomuns de sítio.
Nem os aparos enrouquecem na escrita d'ontem
Nem as colmeias seduzem o mel dos corpos
Nem os campos amotinam as urbes de prazer.
Exercito simples rascunhos nos confins revolvidos
Bebo a seiva das árvores na tentativa de frutar
E o poema sobe ao palco completamente desnudo.
in MOMENTOS - José Luís Outono - 2012 - ( a publicar )
Etiquetas:
caminhos vedados,
cansaços,
fantasias
segunda-feira, julho 02, 2012
CALENDÁRIO
CALENDÁRIO
Olhei o calendário da tua presença
Com a vontade de ser fim de semana...
E no rasgar lento do cair nocturno...
Vi o eclipse da tua sombra melodia.
Escrevi-te um olhar longo e ameno
Na esperança do folguedo agitado...
No embalo de pensar autêntico...
Polvilhaste a minha sede corada.
São sonhos...meu amor acordado
De tanto perfume de vida comum
Na tangente dos ciclos cruzados...
No infinito livro...hoje diário...
Almejo-te sombra de pecado fiel
Até ao nascer do nosso crepúsculo...
Fujo-te embriagado de suores doces
Na penumbra da saudade útil...
Como é bom...esse horizonte escalvado
No golpeio à indiferença com o certo...
Tropeças-me no entrecho das palavras
E flamejas o doce nosso Vénus...
in "DA JANELA DO MEU (A)MAR" - José Luís Outono - 2011 - EDIÇÕES VIEIRA DA SILVA
segunda-feira, junho 18, 2012
AO ACASO...ESCREVO-TE
...o vermelho azulou o correr de um rio cheio de saudades, nos traços de um odor "prisioneiro" da margem acolhedora.
...as flores declamaram o quebrar de um verso, no som da noite, nas pinceladas de uma chuva provocadora.
...os diálogos calados, romperam-se em sonata de tempos inquietos, na liberdade de um torpor corporal pleno.
...no longe dos sentidos frios, o mar sentenciou continuar a esculpir luares, onde lábios segredam faróis orientadores e, um adeus é um compasso de segundos no próximo escrever.
Nota: pequenos excertos de um romance a ensaiar.
José Luís Outono - 2012
segunda-feira, junho 11, 2012
VESTI O SOM DO TEU POEMA
VESTI O SOM DO TEU POEMA
Vesti o som do teu poema cor
Na fome da manhã conhecida
Ali no arvoredo despido do céu
No ribeiro crescente do teu sorrir
Um a um cada frutar do teu desejo
Cedem na viagem das minhas mãos
Aroma do teu resguardo provocador
Nos hinos loucos dos sinos cúmplices
Como é bom ler-te em cada verso
Nos poros lacrimejantes da tua enseada
Até ao brotar do orvalho cristalino
Como é luzente o teu beber sôfrego
De lábios perdidos em mares bálsamo
Como é bom amar quando me perco em ti…
in MOMENTOS - José Luís Outono - 2012
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