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https://youtu.be/IhAFEo8DO2o
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segunda-feira, setembro 10, 2012

QUASE OUTONO


Quando não sei...sei, que por enquanto é “quase Outono”...

 ...é no cair da noite
 que o meu dia nasce
 nos sóis da lua oculta
nas etéreas maresias
 dos meus olhares...

 ...é no cair da noite
 que o meu corpo declama o teu
 na fome da tua sede
 nos sentidos cegos
 às vezes...

 ...é no cair da noite
 que me encontro sereno
 na justeza do apelo vontade
 fluente nos sonhos
 que me agitas...

Caio...neste perfil de ânsia...sufoco-me nas notícias austeras...grito-me impaciente e, espero-te apenas. Quando não sei...sei, que por enquanto é “quase Outono”.

 in MOMENTOS - José Luís Outono - 2012 ( a publicar )

José Luís Outono

terça-feira, maio 22, 2012

LIBERDADE CAMPESINA




LIBERDADE CAMPESINA

 Nas águas da tua liberdade campesina
 Rasgo os lábios já secos da clausura
No arar de sulcos periódicos de tortura
 Onde mares cúmplices teimam em não amar

 Em cada flor brigante de vida errante
 Deixo um recado eterno sem retorno
 Em cada vento apátrida do amor que foi
 Na caverna hoje solar sem dimensão

 Nem os cânticos dos tempos solares
 Dilatam as certezas de falas coerentes
 E destroem os épicos dos enredos farsa

 Nos abraços do fado d’ ontem esquecido
 Nasce o pó d’ hoje tormento irrespirável
 E caduca o encontro cruzado de corpos



                                                                                              in MOMENTOS - José Luís Outono - 2012 (a publicar)

terça-feira, fevereiro 14, 2012

CABELOS PÉTALAS



tecia os meus prazeres
nas pétalas dos teus cabelos
e sorria aos calores
do teu beijo cascata
apelos ao precipício abraço
como tonalidade suave
a cobrir o pano cru do teu receio
fingido…
palavras alma dos silêncios pausados
eram esquecidas por vontades mãos
nos recantos de leituras únicas
como livro sem ordem
onde cada capítulo fosse nota inicial
onde cada descobrir fosse uma nascente
e o adeus símbolo encerrado no esquecimento
porque amar é um lembrar presente


in MOMENTOS – José Luís Outono – 2012 – ( a publicar )

quinta-feira, agosto 18, 2011

..ser poeta é




...ser poeta é

mais que um ser
um dizer
um escrever
e ...até...
um emagrecer
na dor do (a)mar
onde beija ao escurecer
o eterno respirar...

in - MEMÓRIAS - by OUTONO - 2011


...apenas o sentir de alguém, que ousa escrever poesia...

José Luís Outono